Você não encontrará novas soluções se ficar olhando as mesmas coisas do mesmo jeito!

Impressionante como olhar de fora me deu a verdadeira dimensão sobre a criatividade e inovação nas empresas, e minhas observações me levaram a uma primeira conclusão sobre a necessidade premente e fracasso das grandes corporações e tornar-se mais criativas e inovadoras.
Para ver por onde começa o problema tente propor, por exemplo, um treinamento em um cinema, museu ou em um parque, você verá muitos narizes torcidos. Os executivos querem ter o controle do processo de treinamento, o controle do processo de inspiração e criatividade e acabam apagando a faísca no nascedouro.
A inspiração é algo sobre como despertar a mente… a faísca que
coloca as coisas em movimento. E, acredite isto terá um impacto enorme em seu negócio.

Para ajudarmos nossos clientes a inovar, treinamos inicialmente em assuntos como: inspiração, sistematização, disciplina, olhar novas coisas e pensar de verdade sobre elas. E o mais importante, ensinamos que não é na sala de reunião da empresa que as ideias inovadoras nascerão.

Talvez por isso Steve Jobs gostasse tanto de caminhar para pensar nas soluções criativas.

Este assunto se torna espinhoso quando pensamos que inspiração + criatividade = inovação é um hábito e está calcado e três dimensões que devem ser cultivadas por toda a empresa: 1. Inspiração por prazer – cenas na rua, crianças, natureza; 2. Inspiração por design – museus, boas aulas, livros, elegância dos objetos; e 3. Inspiração on demand, busque em suas memórias e consciência suas experências.

Para terminar fique atento aos 5 drivers da inovação em qualquer ambiente coletivo:

1.    Estado Mental – Seu resultado está onde está seu foco, portanto dirija-o para a solução, provoque experiências diferentes e divertidas e faça perguntas provocativas.
2.    Mindset – Como a inspiração é um estado mental, aí vão algumas dicas de mudança de hábito – Mude propositalmente seu ponto de vista, corra riscos, ache sua paixão e tenha muitas opções para poder ter escolhas.
3.    Mecanismos – crie mecanismos que disparam a faísca da criatividade. Dê nome aos projetos e processos, não crie pensamentos improdutivos e barreiras às ideias, tenha um plano.
4.    Meça – Tudo. Inclusive tenha processo de assesments para motivação, ânimo, brilho no olhar. Meça tudo que puder e quiser.
5.    Momentum – Não sufoque a equipe, pelo contrário leve-a a lugares diferentes e proporcione momentos de rompimento com a rotina matadora de novidades e ideias.

Por fim fica a dica que treinar um time e coloca-lo no circulo vicioso da inovação é mais divertido do que parece e dependerá da vontade e coragem de correr riscos e ter a flexibilidade comportamental para mudar pontos de vista.

Inove!
Inspiração vindo do livro Look at More – A Proven Approach to Innovation, Growth, and Change – by Andy Stefanovich

Sobre o Autor

Formou-se em Marketing pela ESPM. É pós-graduado pela FAE (Curitiba-PR) e tem MBA com ênfase em Gestão Empresarial pela FEA-USP. Atualmente se dedica ao estudo da Neurolinguistica aplicada ao marketing, vendas e negociação. É especialista com larga experiência em marketing, comunicação, vendas e gestão comercial. Atuou como executivo em empresas líderes de mercado como Grupo Camargo Corrêa, Placas do Paraná, Moore Formulários, GTech, Bovespa e Grupo Estado. Hoje dirige a Ynner Treinamentos, empresa de treinamentos e consultoria e é professor de estratégia empresarial, marketing e comunicação em cursos universitários e MBA. Pratictioner em Neurolinguistica, reconhecido internacionalmente pela NLPU University, Califórnia e Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching, licenciada pelo BCI - Behavior Coaching Institute e reconhecido pelo ICC - International Coaching Council. Follow @rubens_coach

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