O que a sua empresa pode aprender com o Rock’n’Roll?
Podemos pensar, em um primeiro momento, que nada. Afinal de contas o que o mundo corporativo e suas gravatas tem a ver com as barulhentas guitarras, baixos, vocais e baterias?
Porém, em uma análise mais profunda, começamos a ver algumas muitas convergências. Basta fazermos algumas perguntas.
Como a “boca”, marca registrada dos Rolling Stones, se tornou uma das marcas mais conhecidas e valiosas do mundo? Como é que Elvis Presley (morto em 1977) e Kurt Cobain, do Nirvana (morto em 1994) continuam faturando mais de US$50 milhões por ano? Como uma jogada de marketing, como o lançamento dos Sex Pistols, mudou a história da música e do Reino Unido e vende milhares discos até hoje? Como o Kiss consegue vender desde camisetas, chaveiros até caixões personalizados (um de seus 2.500 produtos licenciados)? Além de entradas para shows de Rock, é claro! Como os Stones faturam US$570 milhões em uma turnê apenas, mesmo estando no mercado há mais de 45 anos? Como a Beatlemania afeta pessoas até hoje no mundo todo?
As respostas disso tudo? Orientação para o mercado, entrega de valor, satisfação total do cliente, valor percebido, construção de fidelidade, CRM, segmentação de mercado, estratégias de branding, posicionamento de marca, RP, comunicação e muito mais.
Em homenagem ao mês mundial do Rock, postaremos alguns textos sobre a relação Rock x Business.
Boa leitura!







Bruno,
Muito oportuna a dica. Se há alguém super-profissional na condução de seus negócios são as bandas de rock americanas e inglesas, além é claro, de belos exemplos em outros generos como o country, o jazz e o Blues. Os Roling Stones, Madona, (o próprio Michael Jackson por muito tempo), e guardadas as proporções de resultados financeiros em função do mercado, nossa Ivete Sangalo e a dupla Chitão e Xororó, são execelentes “cases” de gestão, performance e resultados em negócios. Vale a pena estudar esse pessoal e aprender com eles.
Um abração
Sergio Magallon
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Sergio Fernando Lopes Magallon, pois sou filho da Maria que trabalhou com ele na UIRAPURU, empresa de ferramentaria que ele assumiu assim que seu pai Eugenio faleceu. Caso conhecer me responda pois minha mãe gostaria de falar com ele . . . . .
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