Entre a Moto e a Bicicleta

Bike EletricoEm nossos treinamentos de empreendedorismo sempre falamos que a primeira qualidade de um empreendedor é a capacidade de ver oportunidades, que muitas vezes estão escondidas entre outras categorias. Citamos o exemplo da H2OH como um produto que estava escondido entre a água e o refrigerante. Agora teremos outro bom exemplo: a Bike Elétrica. Uma bicicleta que ajuda o ciclista nas ladeiras mais difíceis. Não é uma moto porque só funciona quando o ciclista está pedalando e não é bicicleta porque tem motor. Sempre digo que um produto só prospera se for ao encontro de necessidades e desejos do consumidor. Será que nesse caso existe o potencial de prosperar? Vejamos: de um lado existe a valorização de meios de transportes não poluidores; do outro a velha e boa vontade de minimizar esforço do ser-humano. É! Parece que o potencial existe, mas como o consumidor é um grande mistério capaz de desmentir as previsões mais sensatas, vamos observar e aprender. Vale a pena observar ainda se o governo não vai atrapalhar tudo. Digo isso porque a legislação corrente parece exigir o emplacamento do veículo em questão. E no rastro IPVAs e etc.

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Sobre o Autor

Yuri Trafane

Formou-se em Marketing pela ESPM após ter estudado Química pela Unicamp. Aperfeiçoou-se por meio de MBA com ênfase em Marketing pela USP e MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Sobre o sólido embasamento conceitual construiu sua experiência profissional em empresas reconhecidas, tais como Johnson & Johnson, Unilever, Parmalat, Bauduco e Grupo Abril. Atualmente dirige a Ynner Treinamentos, empresa de treinamento e consultoria nas áreas de marketing, vendas, gestão e estratégia e é professor de estratégia e marketing em cursos universitários e de MBA. Foi presidente do Comitê de Empreendedorismo da Ancham e é membro do conselho dessa entidade.

3 Respostas para “Entre a Moto e a Bicicleta”

  1. Yuri,
    Não é uma mobilete “modernizada”? Assim, podemos ainda levar a discussão mais a frente. A diferença de timing e a cultura de saúde, bem-estar e proteção ambiental podem impulsionar um produto que não foi sucesso em outro momento? Ainda mais, um bom projeto de lançamento por si só, pode fazer um produto dar certo?

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    1. Sim e não! Acredito que SIM timing e cultura de saúde podem sim impulsionar um produto semelhante a um produto que não foi sucesso em outro momento; e NÃO, só um bom projeto de lançamento não fará um mau produto dar certo. Vou citar dois exemplos recentes de bons projetos de lançamento e produtos não tão bons assim e que “parece” que não vão vingar: iPad e Google Buzz. O que você acha?

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  2. Show de artigo. Parabéns!

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